Por Assessoria | Postado em: 04/07 - 17:39
Biofortificação de alimentos é trabalhada pela Biolabore e entidades parceiras em Cascavel

Um trabalho desenvolvido em parceria pela Cooperativa de Trabalho e Assistência Técnica do Paraná (Biolabore), Itaipu Binacional, Administração Municipal de Cascavel e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), por intermédio do Programa Biofort, visa a produção sustentável. O Programa de Biofortificação de cultivares, atende a iniciativas governamentais como Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), Programa Municipal de Aquisição de Alimentos (PMAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

Outros organismos também prestam apoio ao trabalho em Cascavel, caso do Sindicato Rural Patronal, Instituto Emater e Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fundetec), segundo o técnico agrícola da Biolabore, Edson da Silva.

O foco principal no município são as culturas de milho, ervilha, mandioca e feijão, com destaque para a batata doce. São 96 produtores atendidos pelo Programa Biofort e, destes, 90% entregam produtos para o PAA.

Uma das entidades beneficiadas em Cascavel é a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), que participou de uma visita técnica quarta-feira (03), a uma das propriedades rurais fornecedoras, onde é produzida a batata doce biofortificada.

Nesta cultura, conforme dados do Programa Biofort, em cultivares de polpa branca, são encontrados até 10 microgramas de betacaroteno por grama de raízes frescas. Na cultivar biofortificada, Beauregard, a média é de 115 microgramas de betacaroteno por grama de raízes frescas.

Biofortificação

A biofortificação consiste em um processo de cruzamento de plantas da mesma espécie, gerando cultivares mais nutritivas. O processo também é conhecido como melhoramento genético convencional.

Os estudos e pesquisas e a Rede Biofort é coordenada pela Embrapa, que reúne todos os projetos de biofortificação de alimentos no Brasil. O principal objetivo é garantir uma maior segurança alimentar através do aumento dos teores de ferro, zinco e vitamina A na dieta da população mais carente, combatendo assim a conhecida fome oculta, caracterizada pela carência de micronutrientes no organismo de uma pessoa.

A essência está em enriquecer alimentos que já fazem parte da dieta da população para que esta possa ter acesso a produtos mais nutritivos e que não exijam mudanças de seus hábitos de consumo.

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